A importância dos jogos na educação

Sociologicamente, os jogos educativos surgem como ponto de equilíbrio no que se refere a valores adquiridos na aprendizagem, como responsabilidade, respeito, etc. É através do jogo que induzimos crianças desde cedo a aprender os principais costumes inerentes ao ser humano. Jogos e brincadeiras são importantes para o desenvolvimento infantil, já que fazem parte do seu cotidiano desde o início de suas vidas. O jogo é a origem de todo hábito, e mesmo a educação sendo de maneira mais dura, o jogo sempre persiste. Desta forma, o jogo possibilita incutir nas crianças o senso de responsabilidade e, principalmente, de seus limites. Através do jogo as crianças brincam representando vários papéis, repetindo-os e inovando-os, exercitando sua criatividade. Quando elas cansam dessas variações, modificam e dificultam a maneira de jogar, tornando-o mais interessante, fazendo com que elas tomem decisões a respeito do jogo. Este processo é muito importante, pois a criança se dá conta de que não é um ser único e que há outras crianças que, assim como ela, também podem decidir. A leve frustação da percepção de que há outras crianças … Continue reading

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Uso de Redes Sociais no Ambiente de Trabalho

____________________________________________________ Santiago Martins – Ilustrador e animador do Allegro Business Group.

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A Corrida no Meio Empresarial

Neste mundo de hoje, tudo é corrido, tudo é para ontem. Não paramos de correr nem um minuto com nossas atividades. Em muitos sentidos, não saímos de nossos escritórios, ou da frente do computador. Sobra tempo para corrermos e trabalharmos o corpo e a mente? Uma grata opção para vencer o sedentarismo e gerar um bem-estar no campo da saúde física e mental é a pratica da corrida. Atividade gratuita, é somente calçar um tênis e correr. Segundo os praticantes, basta começar a correr para não pararmos mais. Quem lembra do filme Forrest Gump – O Contador de Histórias? No filme, o personagem principal simplesmente começou a correr e ficou anos correndo! O espirito de ser atleta aflora nas primeiras passadas. Ser o seu próprio veículo de transporte… A liberdade de seguir em frente na sua própria velocidade não tem preço. Problemas como stress e falta de criatividade podem ser deixados para trás. Melhorias na vida pessoal e profissional e até mesmo o encontro de soluções podem advir desta prática esportiva. A corrida torna-se elemento fundamental na vida dos corredores. … Continue reading

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Animação 3D: Gestão do Conhecimento

O conhecimento é a informação compreendida, é o saber. A Gestão do Conhecimento leva as pessoas a aprenderem com os outros, com manuais e materiais didáticos diversos, e a compartilharem o que aprenderam.

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Gestão do Conhecimento: o que é isso?

O conceito de gestão no contexto corporativo diz da maneira com que se conduz, se direciona e se administra uma empresa para que ela alcance os objetivos por ela mesma traçados. A gestão do conhecimento, portanto, é a maneira de se conduzir uma organização por meio de ações que façam com que o conhecimento seja gerado e permaneça na empresa, e que circule entre seus profissionais. Na sociedade da informação, em que os processos são cada vez mais automatizados e o trabalho braçal e repetitivo tem cada vez menos espaço, o conhecimento se torna um importante diferencial, para não dizer o mais importante bem de uma organização. Só ele é capaz de gerar inovação. As ferramentas, os equipamentos, as máquinas e até mesmo as informações estão disponíveis para todos. Portanto, o que diferencia uma organização da outra é sua habilidade em utilizá-las a favor do negócio. Uma gestão do conhecimento eficaz e completa parte da premissa de que o conhecimento não é propriedade exclusiva de ninguém, nem das pessoas e nem da organização. Nesse sentido, ele deve estar ao alcance … Continue reading

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A Importância da Aprendizagem Organizacional

  Na sociedade da informação, em que os processos são cada vez mais automatizados e o trabalho braçal e repetitivo tem cada vez menos espaço, o conhecimento se torna um importante diferencial, para não dizer o mais importante bem de uma organização. O conhecimento é um diferencial, pois só ele é capaz de gerar inovação. As ferramentas, os equipamentos, as máquinas e até mesmo as informações estão disponíveis para todos. Portanto, o que diferencia uma organização da outra é sua habilidade em utilizá-las a favor do negócio. A aprendizagem organizacional permite que a empresa absorva as novas tecnologias, melhore continuamente seus processos, desenvolva novos e inovadores produtos e serviços, aumentando assim seu valor de mercado, seu diferencial perante os concorrentes, sua margem de lucro e diminuindo insatisfações, desperdícios e estagnação. Um programa de aprendizagem organizacional deve se preocupar em capturar o conhecimento existente na empresa, na cabeça das pessoas, nas veias dos processos e no coração dos departamentos, organizá-lo, consolidá-lo e difundi-lo. Dessa maneira, as melhores práticas e os conceitos adotados são retidos e padronizados para toda a empresa. Não … Continue reading

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A Teoria do Quarto.

Por Rodrigo Campos   Vejo alguns Gerentes de Projetos e outros profissionais neófitos cheios de certezas sobre muitas coisas, mas desorganizados em seus pensamentos e abordagens. Eles dominam siglas, técnicas, tecnologias e ferramentas, mas não conseguem organizar suas rotinas. São apressados embora estejam normalmente atrasados em suas atividades, não raramente estão estressados e têm sempre “coisas” muito importantes e exclusivas a fazer. Discuti essa percepção numa viagem ao Rio de Janeiro com um grande amigo e também consultor, o Sr. JMB. Esse bom amigo, que possui grande vivência corporativa e conhecimento filosófico, desenvolveu uma teoria simples, inteligente e, sobretudo, bem humorada para tratamento dessa questão que mereceu nossa atenção por algumas horas. A base da teoria é: “Organize seu quarto e prepare a mente para resolver outras questões”.

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Começo, Meio, Fim e Recomeço.

Por Rodrigo Campos   Tratamos começo, meio, fim e recomeço como algo inesperado, mas nada é mais constante na jornada humana. Sempre que pensamos terminar alguma coisa, iniciamos outra. Acredito não existir vácuo entre o término e o início. No começo tudo se resume a motivação e expectativas. Interagimos com o mundo e os seus atores com leveza e crença. Então, começamos a questionar e a duvidar. Chamamos a superação desses questionamentos e dúvidas de aprendizado. Considero essa fase como sendo a mais incrível das nossas vidas. Tudo se apresenta como novo e desafiador. Planejamos e agimos pensando em benefícios futuros, que podem ou não acontecer. Temos que acreditar que nossas expectativas se confirmarão. É isso que nos provê a vontade e esperança para prosseguir. Lembro-me de uma estória que ouvi na infância atribuída ao meu avô Bira. Nela um matuto plantava uma árvore que daria o seu primeiro fruto 20 anos depois. Quando questionado da validade daquele gesto por um amigo, o tal matuto respondeu que a partir daquele momento faltaria menos tempo para saborear o fruto.

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Ética: Convicção ou responsabilidade?

Por Rodrigo Campos   Imagine-se o presidente eleito de um país tropical que pretende implementar um plano econômico, do qual foi convencido que irá gerar bons resultados futuros. Esse plano dependerá do confisco da poupança, entre outras medidas impopulares. Na semana da sua posse, você concede uma entrevista. Eis que surge a pergunta- “Sr. Presidente, a poupança do povo corre o risco de ser confiscada?” Responder “sim”, provocaria uma corrida aos bancos e um colapso no sistema financeiro. Responder “não”, coloca-o como mentiroso diante daqueles que depositaram confiança em você. Infelizmente, o final deste dilema conhecemos bem. Tendemos a nos distanciar de dilemas assim. Porém, no nosso dia-a-dia, seja profissional (que abordarei) ou pessoal, não raramente temos que enfrentá-los. “Sr. Diretor, atingiremos a meta?” “Sr. Parceiro, ganharemos juntos?” “Sr. Consultor, devo demitir essas pessoas?” “Sr. Gerente, vamos concluir este projeto no prazo e custo previsto?” “Sr. Colaborador, está realmente comprometido com a nossa empresa?” “Sr. Técnico, temos a qualidade que dizemos possuir aos nossos clientes?” “Sr. Candidato, é tão bom quanto diz o seu currículo?” “Sra. Empresa, pode aumentar o meu … Continue reading

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Certificação x Competência – Ter ou ser, eis a questão?

Por Rodrigo Campos   Há quem se disponha a acalorados debates sobre este tema. Tentarei abordá-lo com objetividade. Com o propósito didático, irei desconstruir algo em que acredito (formação) para explicitar algo em que não acredito (manipulação). Atuo no mercado da tecnologia da informação (TI). TI tem como principal produto “conhecimento que gera tecnologia”. Bill Gates e Steve Jobs, fundadores da Microsoft e Apple, respectivamente, são expoentes mundiais da TI. Suas empresas dispensam maiores apresentações, basta dizer que são marcas mundiais e que o faturamento delas é maior que a riqueza de países. O que Bill e Steve têm em comum? Além da fortuna, da vocação empreendedora e da notoriedade mundial, nenhum deles completou sua formação acadêmica superior. Alguém duvida da competência deles? Os resultados desses profissionais não dão margem a esse tipo de dúvida. Eles são competentes!

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