O grande desafio do Líder.
Por Rodrigo Campos Como líder, busco fomentar o que de melhor existe em cada membro da minha equipe. Por uma opção particular, aplico um sistema de liberdade que faz com que cada membro tenha o sentimento de ser independente dentro da sua área de atuação. Procuro fazer emergir uma disciplina espontânea e ao mesmo tempo o senso de responsabilidade com o todo. Não vejo dilema entre ser temido ou respeitado, pois, opto sempre pelo respeito. Busco cumprir bem o papel de quem se propõe a liderar pessoas. Coloco-me entre as atividades que devem ser feitas e a pressão que existe para que não sejam. Digo sempre aos meus pares: “Estou aqui para deixá-los produzir e para impedir aquilo ou aqueles que se contraponham a isso”. Num primeiro momento, compro briga com quem só enxerga cifras e números. Embora sejam parâmetros importantes, entendo que o meu capital é o humano – o profissional, sendo ele o responsável pela geração do ativo – o conhecimento. É isso que produz o resultado, e isso que potencializo. Sendo o resultado favorável (e é) até os numerólogos ficam satisfeitos. … Continue reading
Análise Pragmática Aplicada a Projetos & Gerenciamento de Projetos Orientado a Efeitos.
É relativamente comum em projetos, de variados portes e fins, que ações planejadas, mesmo que bem executadas, possam gerar resultados não esperados. Esses resultados podem ser negativos ou positivos. Os “resultados inesperados”, que julgo mais apropriado chamar de “efeitos” para criar uma distinção em relação aos resultados (objetivos) declarados no planejamento do projeto, podem não ser percebidos pela equipe envolvida no projeto, visto que, na abordagem clássica de gerenciamento de projetos, eles só se tornam visíveis após à sua conclusão. Considero esses “efeitos” como subprodutos, ou resíduos, gerados pelos projetos. De maneira análoga, as indústrias tradicionais também geram e têm que tratar os seus resíduos. Aquelas mais bem preparadas conseguem aproveitamento deles e obtem lucros, quando favoráveis, ou anulam e reduzem prejuízos, quando não são. Esse hiato, em parte, se explica pelo fato que boa parte das metodologias de gerenciamento de projetos disponíveis dão ênfase aos resultados declarados como desejados, e desconsideram o efeitos obtidos, mas não planejados. Quando um projeto termina existe um julgamento que extrapola o seu aspecto técnico. Ocorre a avaliação na organização se ele deveria ter existido e se foi executado … Continue reading


